The Notebook
Não há um objecto que não seja trivial.
A trivialidade é uma característica inata do próprio conceito de Vida.
Mas Vida, não é trivial, apenas uma constituição de trivialidade.
Apenas Viver é um acto fulcral, todos os restantes pormenores do acto “viver” são triviais.
A voz que me levanta. O Cérebro que me orienta. O corpo que me suporta.
Tudo isto é trivial, tudo isto é manifesto da trivialidade que sou e me torno.
Importante não é falar, importante não é pensar, importante não é movimentar.
Importante é respirar. Tudo o resto é trivial.
Tão trivial como a palavra “triviliadade”, é morrer.
O que vive, é trivial. Por isso, morre.
Francisco da Silva

Agora que extravaso sentenças,
talvez as palavras não tenham sentido.
Como descrever sem muito ruído,
que o “gostar” é a pior das doenças.
Não! Não quero o fim das sensações!
Carrossel fascinante de alucinações.
Não peço a Terra, muito menos o Céu,
apenas que um dia, sejas brio meu.
Francisco da Silva





