Are you a question?
The Notebook

The Notebook

true!

Reason to smile? YOU

Reason to smile? YOU

Do you remember our love moment?

Do you remember our love moment?

I’m tired

I’m tired

Since 29th july

Since 29th july

- madness? this is sparta!

 
Não há um objecto que não seja trivial. A trivialidade é uma característica inata do próprio conceito de Vida.Mas Vida, não é trivial, apenas uma constituição de trivialidade.Apenas Viver é um acto fulcral, todos os restantes pormenores do acto “viver” são triviais.A voz que me levanta. O Cérebro que me orienta. O corpo que me suporta.Tudo isto é trivial, tudo isto é manifesto da trivialidade que sou e me torno.Importante não é falar, importante não é pensar, importante não é movimentar.Importante é respirar. Tudo o resto é trivial.Tão trivial como a palavra “triviliadade”, é morrer.O que vive, é trivial. Por isso, morre.

Francisco da Silva

Não há um objecto que não seja trivial. 
A trivialidade é uma característica inata do próprio conceito de Vida.
Mas Vida, não é trivial, apenas uma constituição de trivialidade.
Apenas Viver é um acto fulcral, todos os restantes pormenores do acto “viver” são triviais.

A voz que me levanta. O Cérebro que me orienta. O corpo que me suporta.
Tudo isto é trivial, tudo isto é manifesto da trivialidade que sou e me torno.
Importante não é falar, importante não é pensar, importante não é movimentar.

Importante é respirar. Tudo o resto é trivial.
Tão trivial como a palavra “triviliadade”, é morrer.

O que vive, é trivial. Por isso, morre.

Francisco da Silva

 
Agora que extravaso sentenças,
talvez as palavras não tenham sentido.
Como descrever sem muito ruído,
que o “gostar” é a pior das doenças.
Não! Não quero o fim das sensações!
Carrossel fascinante de alucinações.
Não peço a Terra, muito menos o Céu,
apenas que um dia, sejas brio meu. 
Francisco da Silva

 

Agora que extravaso sentenças,

talvez as palavras não tenham sentido.

Como descrever sem muito ruído,

que o “gostar” é a pior das doenças.

Não! Não quero o fim das sensações!

Carrossel fascinante de alucinações.

Não peço a Terra, muito menos o Céu,

apenas que um dia, sejas brio meu. 

Francisco da Silva