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Não há um objecto que não seja trivial. A trivialidade é uma característica inata do próprio conceito de Vida.Mas Vida, não é trivial, apenas uma constituição de trivialidade.Apenas Viver é um acto fulcral, todos os restantes pormenores do acto “viver” são triviais.A voz que me levanta. O Cérebro que me orienta. O corpo que me suporta.Tudo isto é trivial, tudo isto é manifesto da trivialidade que sou e me torno.Importante não é falar, importante não é pensar, importante não é movimentar.Importante é respirar. Tudo o resto é trivial.Tão trivial como a palavra “triviliadade”, é morrer.O que vive, é trivial. Por isso, morre.

Francisco da Silva

Não há um objecto que não seja trivial. 
A trivialidade é uma característica inata do próprio conceito de Vida.
Mas Vida, não é trivial, apenas uma constituição de trivialidade.
Apenas Viver é um acto fulcral, todos os restantes pormenores do acto “viver” são triviais.

A voz que me levanta. O Cérebro que me orienta. O corpo que me suporta.
Tudo isto é trivial, tudo isto é manifesto da trivialidade que sou e me torno.
Importante não é falar, importante não é pensar, importante não é movimentar.

Importante é respirar. Tudo o resto é trivial.
Tão trivial como a palavra “triviliadade”, é morrer.

O que vive, é trivial. Por isso, morre.

Francisco da Silva